07/11/2017 às 11h18

UFCG lançou Observatório de Inteligência Tecnológica durante a 14ª FETECh

O projeto busca atuar em ações de levantamento e avaliação do estado da técnica de pesquisas realizadas por pesquisadores da instituição

Diretor do CCT e reitor da UFCG prestigiam lançamento durante a Fetech (Divulgação)

Professores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) aproveitaram a oportunidade da realização da 14ª Feira de Tecnologia de Campina Grande (Fetech), na última semana, para lançar um projeto inovador: o Observatório de Inteligência Tecnológica (OBIT).

Segundo os organizadores do trabalho, trata-se de uma iniciativa gerada devido à necessidade atual de apoio à gestão da inovação ao Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (NITT) da UFCG.

O projeto busca atuar em ações de levantamento e avaliação do estado da técnica de pesquisas realizadas por pesquisadores da instituição, estruturação formal técnico-jurídica dos resultados de pesquisas com potencial de geração tecnológica, monitoramento dos ativos registrados, além de atuar como facilitador de conexão com o setor produtivo.

Espera-se, ainda, que o Observatório também possa atender a demandas de avaliação de potencial de tecnologia de projetos a serem apoiados pela Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Criativos e Inovadores de Campina Grande – ITCG, além de outras instituições interessadas.

Nessa proposta, as ações serão realizadas no âmbito do OBIT/UFCG, tendo uma coordenação específica e composta por dois principais grupos de analistas. O primeiro será para realizar ações de avaliação do potencial tecnológico de pesquisas científicas e de apoio à redação técnico-jurídica do ativo tecnológico.

O segundo grupo irá atuar no monitoramento dos ativos gerados pelos pesquisadores, buscando levantar as demandas e ofertas de formação de trabalhos de pesquisa e desenvolvimento com a academia e o setor produtivo.

“A criação de iniciativas como a de um observatório de inteligência tecnológica permitirá levar a UFCG para um novo patamar de apoio ao desenvolvimento tecnológico, atendendo ao setor produtivo nas suas demandas de geração de tecnologias”, explicou um dos organizadores, professor Nílton Silva.

O investimento nessa proposta possibilitará melhorar os índices de desenvolvimento tecnológico, aumentando a visibilidade externa da instituição, permitindo a criação de novos canais entre o setor produtivo e a academia e resultando em mais investimento em pesquisa. De forma indireta, ainda, contribui, é claro, para a melhoria do ensino, pesquisa e extensão”, finalizou.

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